Toda mãe sabe como é difícil não mimar os filhos. Mas pensando no próprio bem-estar do pequeno, às vezes torna-se importante refrear um pouco as manifestações de afeto e dar um bom puxão de orelhas quando necessário. O jornal da academia Norte-Americana de Pediatria alerta para o que chama de Síndrome da Criança mimada, um distúrbio que vem crescendo ultimamente, segundo o artigo, atinge em geral os filhos de mulheres que trabalham fora e se sentem culpadas por não lhes dar muita atenção. Tentando compensar a ausência, elas enchem as crianças de cuidados e evitam repreende-las.O resultado dessa atitude é o aparecimento de uma geração insegura, despreparada para a vida e com poucas possibilidades de ser bem-sucedida profissionalmente. As pesquisas sobre o assunto constataram inclusive que os pais que estabelecem limites na infância estão criando futuros adultos mais seguros e competentes Tentando compensar a ausência, elas enchem as crianças de cuidados e evitam repreende-las.
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Não parar o antibiótico antes do tempo
É mais freqüente do que se imagina. A febre cedeu, a infecção aparentemente melhorou, as dores cessaram... Para que continuar tomando antibiótico? É o que pensam alguns pais. E, certos de estarem “poupando” filho de uma “medicação forte”, interrompem o tratamento antes do tempo determinado pelo médico. As conseqüências desta interrupção aleatória podem ser muito graves. As bactérias causadoras da infecção, em vez de serem totalmente destruídas, criam mais resistência e, seguindo seu curso de contágio inevitável, vão tornando-se mais perigosas e difíceis de serem controladas.